Palestrantes

Viviane Vidigal

Advogada especialista em concurso público, coordenadora da Escola OAB/SP e docente universitária

PAINELISTA

Rosilene da Silva Nascimento

Juíza do Trabalho da 15ª Região

PAINELISTA

Valter Souza Pugliesi

Presidente da Anamatra

PRESIDENTE DE MESA

Daniela Muradas Antunes

Professora Associada da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais/UFMG

PAINELISTA

Ana Virgínia Moreira Gomes

Diretora Regional da Organização Internacional do Trabalho para a América Latina e o Caribe

PAINELISTA

Graça Druck

Professora da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFBA

PAINELISTA

Des. Alexandre Corrêa da Cruz

Presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região

PAINELISTA

Min. Augusto César Leite de Carvalho

Tribunal Superior do Trabalho

DEBATEDOR 

Rafaela Santos Martins da Rosa

Juíza Federal na Justiça Federal do Rio Grande do Sul

PAINELISTA

Desa. Suzy Elizabeth Cavalcante Koury

Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região

DEBATEDORA

Min. Edson Fachin

Presidente do Supremo Tribunal Federal 

CONFERENCISTA

Min. Luiz Philippe Vieira de Mello Filho

Presidente do Tribunal Superior do Trabalho 

CONFERENCISTA

Rodrigo Mudrovitsch

Presidente da Corte Interamericana de Direitos Humanos

PAINELISTA

Ana Paula Silva Campos Miskulin

Juíza do Trabalho da 15ª Região, especialista em Direito e Processo do Trabalho pela Universidade Federal de Goiás

PAINELISTA

Noemia Porto

Juíza do Trabalho da 10ª Região/DF e TO

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Fonte: Blog Frederico Vasconcelos (Folha)

Gandra Filho defende "tribuna sem privilégios"

Presidente do TST diz que associação de juízes do Trabalho tinha "interesses antagônicos" em relação a entidade dos servidores.

***

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) divulgou nota sobre os motivos que levaram o Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) a alterar seu Regimento Interno, aprovando, por maioria, a retirada da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) da composição do Conselho.

A deliberação foi tomada em sessão ordinária do CSJT, nesta sexta-feira (19).

Segundo a nota, o presidente do conselho e do TST, ministro Ives Gandra Martins Filho, esclarece que a alteração do Regimento Interno não é específica em relação à Anamatra.

Martins Filho entende, ainda segundo a nota, que a Anamatra "começou a demostrar interesses antagônicos em relação a outras [entidades] que não possuem assento no CSJT, como a Anajustra, por exemplo, e não seria possível, nem justo, manter uma entidade com assento e outra não".

"A democracia pressupõe que todos possam estar na tribuna, defendendo seus interesses com isonomia e sem privilégios. Ainda mais quando uma é parte em grande número dos processos que são deliberados pelo Conselho" afirmou o ministro.

Nesta sexta-feira, o presidente da Anamatra, Germano Siqueira, atribuiu a decisão do Conselho a uma "retaliação".

Segundo Siqueira, a medida "representa reação desmedida e antidemocrática a um Pedido de Providências formulado pela Anamatra perante o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com liminar deferida, objetivando assegurar-lhe acesso a procedimentos mais claros de voz (em momento oportuno) e participar de reais momentos em que se processam as reais deliberações do CSJT".

Ao repórter Pedro Canário, do "Conjur", o presidente do TST deu mais detalhes sobre as "incongruências" geradas, segundo Gandra Filho, pela atuação da entidade dosmagistrados do Trabalho:

"A Anamatra é uma entidade privada, de classe, como se fosse um sindicato, de juízes do Trabalho, e ao mesmo tempo tem muitas questões que tratamos aqui no conselho que são trazidas por servidores. Por simetria, se admitimos a associação de juízes, temos de admitir a Anajustra, que é a de servidores. Chegamos à conclusão que nenhuma das duas deveria ser admitida, porque ambas são parte na maioria dos pleitos", explica o ministro, que também preside o TST.

De acordo com Ives, a entidade "começou a querer extrapolar" e falar duas vezes. Uma vez em nome do assento que tem no CSTJ e outra vez, como parte, por meio de seus advogados, na tribuna. "Nem o Ministério Público tem isso. Quando o MP fala como recorrente, fala apenas em sua sustentação oral, sem participar dos debates depois."

"Não tem sentido ter uma entidade privada, de classe, só de juízes, com assento no conselho, e a entidade de servidores, não", continua o ministro. Segundo ele, isso criaria constrangimentos, já que juízes e servidores costumam se opor em diversas questões levadas ao conselho.

Por exemplo, conta, quando, diante da crise financeira, o CSTJ teve de decidir as destinações orçamentárias. A Anamatra entrou com um pedido para que fossem pagos os auxílios-moradia e benefícios atrasados da magistratura, mas deixasse de dar o reajuste dos servidores. Evidentemente, a Anajustra foi contra, mas só uma das duas podia participar dos debates entre os conselheiros.

(...)

Em junho deste ano, o conselheiro do CNJ Carlos Oliveira Dias [*] concedeu liminar para garantir à entidade, além de assento no plenário, lugar também nas discussões prévias, secretas, que os conselheiros do CSJT fazem antes dos julgamentos.

O pedido era para que as sessões fossem abolidas, já que são secretas. Caso o CNJ não as abolisse, que garantisse à Anamatra participação delas.

[*] Juiz do Trabalho, Dias foi indicado pelo TST para compor o colegiado do CNJ.

Todas as atividades da programação serão realizadas no 
Centro de Convenções do Royal Tulip Brasilia Alvorada

SHTN Trecho 1,  Conjunto 1B, Bloco C 

 

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