Debate foi promovido pelo Conselho Estadual de Assistência Social do Amazonas (CEAS/AM)
A diretora de Prerrogativas e Assuntos Jurídicos da Associação Nacional das Magistradas e dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), Patrícia Sant’Anna, participou, nessa terça (15/9), da live “Assédio não é voto: respeito e liberdade no SUAS”. O debate foi promovido pelo Conselho Estadual de Assistência Social do Amazonas (CEAS/AM). A Anamatra participou como entidade integrante do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE).
“O voto livre, direto e secreto, muito mais do que uma obrigação, é um instrumento do exercício da soberania popular, por meio do qual escolhemos nossos representantes e por meio do qual concretizamos a democracia”, destacou Sant’Anna.
A diretora ressaltou que a liberdade de convicção deve ser respeitada nas relações de trabalho. A pressão para que o trabalhador vote em determinado candidato, ou deixe de votar em outro, inclusive em razão de sua posição ideológica, configura assédio eleitoral, explicou.
A magistrada chamou atenção ainda para a relação entre o assédio eleitoral e o assédio moral e lembrou que a prática, além de configurar violação trabalhista, também é crime. “O assédio eleitoral é a versão moderna do voto de cabresto”, afirmou.
O evento foi mediado pelo diretor do MCCE Inácio Guedes Borges, integrante do Conselho Federal de Administração, com a participação da vice-presidente do Conselho Estadual de Assistência Social do Amazonas (CEAS/AM), Simone Lisboa.
Cartilh
Durante o encontro, Patrícia destacou a atuação da Anamatra no combate ao assédio eleitoral no ambiente de trabalho. A diretora também citou a cartilha “Combata o assédio eleitoral: valorize o seu voto livre e secreto”, elaborada pela Anamatra em parceria com o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE).
Conheça a Cartilha da Anamatra.
Assista à integra da "live" no canal do Instituto IAME Amazônia

