Anamatra adere à campanha “SOS Acre”

Iniciativa do MPAC conta também com a parceria do TRT 14, TJAC, AMB, Amatra 14 (RO e AC) e Sinsjustra

 

A Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) aderiu à Campanha “SOS Acre”, que tem como objetivo ajudar as famílias que se encontram em situação de emergência devido ao agravamento da pandemia do coronavírus, surto de dengue, enchentes, além da crise migratória no Estado do Acre.

As doações podem ser feitas em dinheiro por transferência ou depósito bancário (Ag.: 2359-0 / Conta Corrente: 14.300-6), ou (PIX: 63.598.899/0001-40). Em Rio Branco e no interior, o MPAC está recebendo alimentos, água potável, roupas e material de limpeza, nos seguintes pontos de coleta:

Edifício-sede- Rua Marechal Deodoro, 472, Centro- Rio Branco
Promotoria de Sena Madureira- Rua Monsenhor Távora, 415 – Centro 
Promotoria de Manoel Urbano- Rua José Francisco do Nascimento, 667- São José

A iniciativa, do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), também conta com o apoio do Tribunal Regional do Trabalho da 14ª região (Rondônia e Acre), do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), da Associação dos Magistrados Brasileiros - AMB, da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 14ª Região (Amatra 14/RO e AC) e do Sindicato dos Servidores da Justiça do Trabalho de Rondônia e Acre – Sinsjustra.  

Crise no Acre  - Com mais de 50 mil casos confirmados e perto de mil mortes, a pandemia do coronavírus tem levado ao colapso o sistema de saúde local, com falta de leitos e médicos para atender a grande demanda, o que fez as autoridades retomarem o estado de alerta máximo.

Soma-se a esse quadro a explosão no número de infectados por dengue, sobrecarregando ainda mais os serviços de saúde e seus profissionais.

As fortes e ininterruptas chuvas que castigam todo o estado neste período invernoso preocupam ainda mais. Com o transbordamento de rios e igarapés, algumas cidades já se encontram parcialmente submersas e milhares de famílias desabrigadas, a exemplo de Cruzeiro do Sul, Feijó, Tarauacá e Sena Madureira.

Na fronteira com o Peru, a cidade de Assis Brasil vive uma crise humanitária envolvendo imigrantes retidos. Enfrentando dificuldades para abrigar essas pessoas, o município decretou estado de calamidade pública.

 

*Com informações do TRT 14

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