Imprensa repercute notas da Anamatra e da Frentas acerca de declarações do presidente Jair Bolsonaro sobre extinção da Justiça do Trabalho

 Conselho Federal da OAB também saiu em defesa do Judiciário trabalhista

 

 Na última semana, o presidente da Anamatra e coordenador da Frente Associativa da Magistratura e Ministério Público (Frentas), Guilherme Feliciano, e a vice-presidente da Anamatra, Noemia Porto, foram entrevistados por diversos veículos de comunicação para comentar as declarações do presidente da República, Jair Bolsonaro, sobre a extinção da Justiça do Trabalho.


O tema foi objeto de nota da Anamatra à imprensa (clique e confira), bem como de nota pública da Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público - Frentas (clique aqui e confira). Os documentos repelem a proposta do Poder Executivo tendente à extinção, à supressão e/ou à absorção da Justiça do Trabalho ou do Ministério Público do Trabalho, seja pela sua inconstitucionalidade, seja pela evidente contrariedade ao interesse público.

Veículos como Estadão, O Globo, UOL, Valor Econômico, Correio Braziliense, Folha, SBT, Época, Istoé, Jornal do Brasil, Estado de Minas, Brasil 247, Zero Hora (RS), O Povo (CE), Correio do Povo (RS), Jornal do Comércio (PE), O Popular (GO), Jornal Destak (SP), Correio da Bahia (BA), Diário da Indústria e Comércio, entre outros, repercutiram as manifestações.  Até esta segunda (7/1), mais de 100 reportagens sobre o posicionamento da Anamatra e da Frentas foram veiculadas.

Clique aqui e confira as principais notícias no Clipping da Anamatra.

OAB -  O Conselho Federal da Ordem dos Advogados da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Colégio de Presidentes de Seccionais também emitiram nota advertindo acerca dos prejuízos que podem resultar da extinção da Justiça do trabalho. As entidades afirmam que é preciso defender e valorizar a existência de uma Justiça dedicada a solucionar conflitos e orientar as condutas no mundo do trabalho, pois a Justiça do Trabalho atua para garantir a paz social de milhares de trabalhadores e contribui para a segurança jurídica e o aperfeiçoamento nas relações com os empregadores. (Clique aqui e confira).

Diversas seccionais da OAB também saíram em defesa do Judiciário trabalhista, a exemplo das entidades dos estados do Rio de Janeiro e Sergipe.  Clique aqui e aqui para ler as notas na íntegra.

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