Dirigentes da Associação estiveram em eventos no STF e no TST
A abertura do Ano Judiciário, nesta segunda (2/2), contou com a presença de dirigentes da Associação Nacional das Magistradas e dos Magistrados Justiça do Trabalho (Anamatra) em cerimônias no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Tribunal Superior do Trabalho (TST).
O presidente da Anamatra, Valter Pugliesi, participou das solenidades, juntamente com os diretores de Prerrogativas e Assuntos Jurídicos e Financeiro, respectivamente, Patrícia Sant’Anna e Rossifran Trindade Souza.
Em sua fala na cerimônia no STF, o ministro Edson Fachin destacou que o momento é de "ponderações e autocorreção". O presidente anunciou que a ministra Cármen Lúcia será a relatora da proposta de um Código de Ética do Tribunal.
O ano, também lembrou Fachin, será de longa pauta de julgamento. “Chamam a nossa atenção os imperativos do trabalho decente, pois o novo mundo do trabalho pede segurança jurídica e análise das possibilidades de proteção de direitos”.
A defesa da democracia foi o destaque da fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na cerimônia. “O Judiciário tem sido o guardião da Constituição, do Estado Democrático de Direito e da soberania do voto popular”, afirmou. Para o presidente, a Constituição é um pacto civilizatório, um diálogo entre os Três Poderes, um respeito mútuo com o interesse público. “O povo brasileiro não quer conflito entre instituições. Quer estabilidade, Justiça social e oportunidades”.
TST
Na abertura do Ano Judiciário no TST, o presidente, ministro Vieira de Mello Filho, destacou que a promoção do trabalho decente, da conciliação e da segurança jurídica como eixos centrais da atuação da Corte em 2026. “Que possamos juntos enfrentar os desafios que virão com seriedade, diálogo e responsabilidade institucional, sempre guiados pelo compromisso com a Constituição, com a Justiça Social e com o interesse público”.
A abertura do Ano Judiciário no TST foi precedida por cerimônia de celebração dos 20 anos da inauguração do edifício-sede do TST, reunindo autoridades que participaram diretamente do processo de construção do edifício, entre elas presidente da Corte à época, o ministro aposentado Vantuil Abdala. Ele rememorou os desafios vividos pela administração para garantir o andamento da obra e destacou o papel de cada ministro no apoio à sua execução.

