Abordagem introdutória aos estudos feministas marca abertura do curso ‘Julgamento com perspectiva interseccional de gênero’

Inscrições para a formação seguem abertas até o dia 12 de maio

Aula aberta, com transmissão ao vivo pelo canal da TV Anamatra no Youtube, inaugurou, nesta segunda (9/5), o curso ‘Julgamento com perspectiva interseccional de gênero’, formatado pela Comissão Permanente Anamatra Mulheres, com realização e certificação pela Escola Nacional Associativa dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Enamatra), órgão de docência da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra). 

Mais de duzentas pessoas assistiram à aula ministrada pela professora Ângela Figueiredo, do Centro de Estudos Afro-Orientais da Universidade Federal da Bahia (UFBA), que teve como objetivo fazer uma abordagem introdutória aos estudos femininistas, especialmente da teoria e prática política do feminismo negro.  A exposição da docente incluiu pontos como:

- Movimentos feministas na história;

- Teorias feministas;

- Conceitos básicos;

- Gênero, transversalidade, interseccionalidade e decolonialidade, entre outros.

O evento foi aberto pela juíza Elinay Ferreira (Amatra 8/PA e AP), da Comissão Anamatra Mulheres.  Também participaram da aula inaugural a coordenadora acadêmica do curso professora da Universidade Federal de Pernambuco e do PPGD da Universidade do Oeste de Santa Catarina Regina Stela Corrêa Vieira e a juíza Vanessa Sanches, da Comissão de Direitos Humanos da Anamatra.  A juíza Patrícia Maeda também está entre as coordenadoras acadêmicas da formação.

Saudação do presidente

O presidente da Anamatra, Luiz Colussi, fez uma saudação às participantes e destacou a importância da iniciativa da Anamatra, alinhada à Recomendação nº 128/2022 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que visa à adoção do ‘Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero’ no âmbito do Poder Judiciário brasileiro.

‘O curso vai ao encontro do necessário empenho do Poder Judiciário em interpretar e aplicar a legislação com base na Constituição, nos instrumentos internacionais de proteção aos Direitos Humanos e na Agenda 2030 da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, sobretudo com inspiração na valorização da dignidade humana e reconhecimento da igualdade material, como dever de não discriminação’, apontou o presidente.

O magistrado também agradeceu a todas e todos envolvidos na formatação do curso, especialmente a presidente da Comissão Anamatra Mulheres e vice-presidente da Anamatra, Luciana Conforti, e demais integrantes da Comissão e do Conselho Acadêmico da Enamatra. 

Inscrições abertas

A inscrições para o curso seguem abertas até o dia 12 de maio e são gratuitas para associadas e associados à Anamatra. A formação terá a duração de 32h/aula, divididas em dois módulos e um seminário de encerramento. Para fazer a sua inscrição no curso e obter mais informações, clique aqui.

Confira a íntegra da aula:




Leia mais:

Webinário discute decisões proferidas com base na perspectiva interseccional de gênero

Adoção do Protocolo de Julgamento com Perspectiva de Gênero é essencial para a valorização da dignidade humana, defende Anamatra

CNJ aprova Recomendação para adoção do Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero pelos tribunais brasileiros


Julgamento com perspectiva de gênero é tema de audiência com diretora da Enamat

Receba nossa newsletter

SHS Qd. 06 Bl. E Conj. A - Salas 602 a 608 - Ed. Business Center Park Brasil 21 CEP: 70316-000 - Brasília/DF
+55 61 3322-0266
Encarregado para fins de LGPD
Dr. Marco Aurélio Marsiglia Treviso
Diretor de Prerrogativas e Assuntos Jurídicos da Anamatra