Trabalho protegido: centralidade do emprego formal; competência e independência judicial; trabalho na sociedade digital.
Neste eixo, propõe-se o exame dos efeitos da reestruturação produtiva, da informalidade e das novas modalidades contratuais sobre o direito ao trabalho decente. A discussão envolve a centralidade do emprego formal como mecanismo de proteção social, as mutações do trabalho na sociedade digital e os desafios interpretativos e institucionais colocados à Justiça do Trabalho na definição de sua competência e na afirmação de sua independência.

